75% dos top performers da Zucchetti Brasil são mulheres: o que esse dado revela sobre cultura organizacional

liderança feminina

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Durante muito tempo, a discussão sobre a presença feminina no mercado de trabalho esteve concentrada na ideia de representatividade. A pergunta central era relativamente simples: quantas mulheres estão nas empresas?  Mas esse olhar, embora importante, já não é suficiente. Hoje, organizações que buscam crescimento sustentável precisam responder uma pergunta diferente: qual é o impacto real da liderança […]

75% dos top performers da Zucchetti Brasil são mulheres: o que esse dado revela sobre cultura organizacional

Durante muito tempo, a discussão sobre a presença feminina no mercado de trabalho esteve concentrada na ideia de representatividade. A pergunta central era relativamente simples: quantas mulheres estão nas empresas? 

Mas esse olhar, embora importante, já não é suficiente. Hoje, organizações que buscam crescimento sustentável precisam responder uma pergunta diferente: qual é o impacto real da liderança feminina nos resultados do negócio? 

Quando essa pergunta é analisada com dados, e não apenas percepções, os resultados podem ser surpreendentes. 

Na Zucchetti Brasil, por exemplo, a análise estruturada de dados revelou um indicador que chama atenção logo de início: 

75% dos top performers da empresa são mulheres. 

Esse dado, por si só, já provoca uma reflexão importante para líderes e profissionais de RH, mas ele não surge isolado. Ele é resultado de um conjunto de fatores que envolvem cultura organizacional, desenvolvimento de lideranças e, principalmente, gestão de pessoas orientada por dados. 

E é isso que mostra o novo case de liderança feminina da Zucchetti Brasil, desenvolvido em parceria com a Elofy

Um cenário global que ainda revela um paradoxo 

Antes de olhar para o caso específico da Zucchetti Brasil, vale observar o contexto global. 

Segundo dados de organizações como World Economic Forum e International Labour Organization, mulheres representam uma parcela significativa da força de trabalho em diversos países. 

No Brasil, por exemplo, estudos indicam que elas correspondem a aproximadamente 42% da força de trabalho. 

Globalmente, esse número pode ultrapassar 50% em diversos mercados. 

Apesar disso, quando analisamos posições de liderança, o cenário muda drasticamente. 

Relatórios internacionais apontam que mulheres ocupam cerca de um terço das posições de liderança no mundo, e essa presença diminui ainda mais conforme avançamos para cargos executivos e presidências. 

Esse descompasso revela um paradoxo comum nas organizações: 

o talento feminino entra no mercado, mas encontra barreiras estruturais para chegar aos espaços de decisão. 

Para as empresas, essa dinâmica não representa apenas um desafio social, mas também perda de potencial competitivo. 

Quando parte significativa do talento disponível não chega às posições de liderança, o impacto aparece em indicadores estratégicos como inovação, engajamento e retenção. 

Quando a cultura organizacional muda, os resultados aparecem

Na Zucchetti Brasil, a evolução da liderança feminina não foi resultado de metas artificiais ou políticas isoladas. 

Ela surgiu como consequência direta de um ambiente organizacional que valoriza competências de liderança, desenvolvimento e performance real. Um dos marcos importantes desse movimento aconteceu em 2019, com a chegada de Ana Zancanaro ao cargo de CHRO da empresa. 

A partir desse momento, a área de Pessoas passou a ocupar um papel ainda mais estratégico dentro da organização. Esse fortalecimento trouxe consigo alguns pilares importantes para a cultura da empresa: 

confiança entre lideranças e equipes 

desenvolvimento estruturado de lideranças 

transparência na gestão 

foco no engajamento sustentável 

Como resume Ana Zancanaro: 

“Quando você constrói um ambiente onde o que importa é a capacidade de liderar, as pessoas certas naturalmente emergem, independentemente de gênero.” 

Esse tipo de ambiente muda algo fundamental dentro das organizações: o perfil de liderança que prospera. Quando a cultura valoriza desenvolvimento, colaboração e resultado consistente, diferentes perfis de liderança conseguem florescer. 

E é nesse contexto que a liderança feminina nas empresas tende a crescer de forma natural. 

O dado que chamou atenção: 75% dos top performers são mulheres 

Ao estruturar seus dados de gestão de pessoas com apoio da Elofy, a Zucchetti Brasil passou a ter uma visão mais clara sobre desempenho, potencial e engajamento dentro da organização. 

Foi nesse processo que surgiu um dado que até então não era visível: 

75% dos top performers da empresa eram mulheres. 

Esse número é significativo por dois motivos. O primeiro é que ele revela algo que muitas organizações ainda não conseguem enxergar: o potencial que já existe dentro de casa. 

O segundo é que ele mostra o impacto que uma cultura organizacional bem estruturada pode ter na revelação de talentos. Sem dados estruturados, percepções podem distorcer a realidade. Com dados, decisões se tornam mais claras. 

Esse tipo de visibilidade permite que o RH e a liderança consigam responder perguntas importantes, como: 

Onde estão os talentos que impulsionam o negócio? 

Quem possui potencial de liderança? 

Como garantir que esse potencial seja desenvolvido? 

Reconhecimento baseado em dados 

Outro indicador relevante aparece quando analisamos o Prêmio Zeta, uma iniciativa interna da Zucchetti Brasil que reconhece profissionais de alta performance com base em avaliações estruturadas de desempenho e potencial. 

Essas avaliações utilizam a matriz 9Box, ferramenta amplamente usada para mapear talentos dentro das organizações. 

Os resultados revelam outro dado interessante, entre as pessoas premiadas: 50% dos profissionais reconhecidos são mulheres. 

Esse dado é importante porque não reflete apenas percepção ou narrativa institucional, mas performance mensurada por critérios objetivos, considerando entrega e potencial de crescimento. 

Como destaca Raquel Coser, Diretora da unidade de ERP da Zucchetti Brasil, também reconhecida no Prêmio Zeta: 

“Aqui dentro, eu sempre senti que o que importa não é só a entrega, mas o quanto você se desenvolve. Receber o Prêmio Zeta foi a confirmação de que, quando o ambiente é justo, o reconhecimento vem.”

Lideranças femininas que se tornam referência 

Dentro desse contexto, várias profissionais passaram a se destacar como lideranças estratégicas dentro da organização. Entre elas estão nomes que hoje ocupam posições importantes dentro da empresa, como: 

Ana Zancanaro, CHRO 

Raquel Coser, Business Unit Director 

Bianca Klasen, Head of Branding 

Malane Cunha, Business Partner 

Gabriela Marcelino, Especialista HRTech 

Essas trajetórias reforçam um ponto importante para empresas que desejam fortalecer a liderança feminina: talento não precisa ser criado, ele precisa ser identificado, desenvolvido e reconhecido. 

E isso depende diretamente da qualidade da gestão de pessoas. 

O papel dos dados na evolução da gestão de pessoas 

À medida que a liderança feminina avançava dentro da organização, surgiu uma nova pergunta para a área de RH: como medir, acompanhar e sustentar esse movimento ao longo do tempo? 

Sem dados estruturados, muitas iniciativas relacionadas a cultura, diversidade e liderança acabam se apoiando apenas em percepções. 

Foi justamente para resolver esse desafio que a Zucchetti Brasil estruturou seus processos de gestão de pessoas com apoio da Elofy. 

A plataforma passou a apoiar diferentes frentes dentro da organização, permitindo: 

mapear performance com critérios objetivos 

analisar dados de diversidade dentro das equipes 

monitorar indicadores de engajamento 

acompanhar retenção de talentos 

Essa estrutura trouxe algo fundamental para a gestão de pessoas: visibilidade estratégica. 

Quando dados passam a orientar decisões, o RH deixa de atuar apenas de forma operacional e contribui diretamente para os resultados do negócio. 

Liderança feminina é performance 

Diversos estudos internacionais indicam que empresas com maior diversidade de liderança tendem a apresentar ganhos importantes em indicadores estratégicos. 

Entre eles: 

maior capacidade de inovação 

ambientes organizacionais mais engajados 

melhor retenção de talentos 

reputação de marca mais forte 

Mas esses resultados não surgem apenas pela presença feminina em si, eles aparecem quando as empresas criam ambientes onde diferentes perfis de liderança podem prosperar. 

No caso da Zucchetti Brasil, os dados mostram que quando a cultura organizacional valoriza desenvolvimento, confiança e performance, o impacto aparece de forma concreta e os números ajudam a contar essa história. 

O que esse case revela para líderes e RH 

O case da Zucchetti Brasil revela um aprendizado importante para organizações que buscam evoluir sua gestão de pessoas. 

O potencial de liderança muitas vezes já está presente dentro da empresa, o que falta, na maioria dos casos, é estrutura para identificá-lo e desenvolvê-lo. 

Quando cultura organizacional, processos de avaliação e dados de pessoas caminham juntos, a empresa consegue: 

identificar talentos com mais precisão 

desenvolver lideranças com mais consistência 

tomar decisões mais estratégicas sobre pessoas 

Nesse contexto, a liderança feminina passa a ser um reflexo direto da maturidade da gestão de pessoas.

Quer ver todos os dados do case? 

Os dados apresentados aqui são apenas uma parte das análises reveladas no case completo da Zucchetti Brasil em parceria com a Elofy. 

No material completo, você encontra: 

mais indicadores sobre liderança feminina 

dados de engajamento e retenção 

práticas de gestão adotadas pela empresa 

aprendizados para áreas de RH e lideranças 

Se você quer entender como dados de pessoas podem revelar talentos que muitas vezes passam despercebidos, vale explorar o material completo. 

👉 Baixe agora o case completo e descubra como a Zucchetti Brasil estruturou sua gestão de pessoas para transformar cultura em resultado. 

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1 comentário
Manuela Centeno

Manuela Centeno

Adorei o conteúdo, faz muito sentido!